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Venho falar resumidamente de um ponto muito importante na vossa elaboração de uma dieta.

A maior parte das pessoas que segue uma dieta feita por si, hoje em dia, já tem noção que tem de ser baseada em calorias ajustadas a si e que posteriormente vão ser, de alguma forma, repartidas em macronutrientes, seja em gramas ou em % para essa divisão.

Essas divisões vão representar refeições que podem ser pré planeadas, ou ajustadas on-the-go (a abordagem mais agressiva dos IIFYM).

Vou fazer uma comparação através de prós e contras não de dietas por si, mas entre dois tipos de detalhes da dieta:

– A Dieta Inclusiva (DI), composta por escolhas inteligentes com a inclusão de algumas calorias diárias sobre a forma de sabor, através de outros métodos de confeção, ou alimentos inseridos em quantidades menores que serão menos densamente compostos por micronutrientes. [isto é o que eu chamo de dieta flexível na nossa visão]

– A Dieta Exclusiva (DE), composta única e simplesmente por meia dúzia de alimentos, como frango, pescada, ovos, batata-doce e brócolos. Sem molhos, sem alimentos ditos “fora da dieta”.

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Antes da refeição existe uma perceção sensorial, baseada na experiência da pessoa seguindo a dieta:

PRÓS: A “DI” habitualmente permite mais originalidade na confeção e variedade dos alimentos. Normalmente cozinhando e usando os alimentos na forma que mais se gosta, fazendo com que a vontade de comer a próxima refeição seja grande.
CONTRAS: A “DE” normalmente é menos criativa, composta na generalidade pelo mesmo cardápio dia após dia, em que a maior parte das pessoas se queixa de cansaço ao comer sempre as mesmas coisas.

Durante a refeição existe também a perceção de saciedade:

PRÒS: A “DE” normalmente composta por menos molhos ou extras (calóricos), permite para o mesmo número de calorias, refeições com mais volume, dando uma saciedade maior.
CONTRAS: A “DI” se usada ao extremo, incluindo calorias em demasiado na sua confeção ou sobremesas, não vão permitir saciedade até à próxima refeição planeada.

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Após a refeição:

PRÒS: Tanto a “DE” como a “DI”, se forem usadas de forma correta, vão permitir uma digestão correta e longa o suficiente até à próxima absorção, se ambas forem compostas por proteína, preferencialmente de fonte animal, e fibras presentes nos vegetais em quantidade suficiente.
CONTRAS: A “DE” se contiver sempre os mesmos alimentos, e integrando demasiados alimentos “proibidos” pode levar a falhas em algumas das vitaminas e minerais que vão otimizar a absorção dos restantes macronutrientes. O mesmo se aplica à “DI”, na medida em que se for demasiado vazia e composta apenas por escolhas pouco densas a nível de micronutrientes, vai levar a problemas de digestão e absorção apropriada dos macronutrientes.

CONCLUSÂO:

Mais uma vez reforço que uma dieta balanceada é a chave para uma aderência grande e de longo prazo. É a dieta que vos vai permitir atingir os vossos objetivos. Enquanto muitos são contra a dieta flexível por total desconhecimento, eu sou muito fã de quem começou a conhecer uma dieta a partir de uma DE, pois a partir de uma DE podem facilmente inserir gradualmente alimentos, em doses pequenas, na vossa dieta, que em nada vão afetar o vosso progresso e o vosso palato agradece.

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#TeamSikNutrition #descomplica

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