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INTRO

Hello hello! Hoje é o dia Internacional do Yoga, e aproveitamos a celebração do dia para falar de alguns dos pontos importantes do Yoga para melhorar o teu lifestyle e ajudar na tua recomposição corporal.

O QUE É O YOGA?

Primeiro de tudo a palavra Yoga tem origem do Hindi da mesma palavra Yoga, que significa “união” ou “juntar-se”.

Estima-se que nos últimos 10 anos o número de praticantes de Yoga pelo mundo tenha duplicado.

POTENCIAIS BENEFÍCIOS DO YOGA

Vamos ser francos nesta parte, do ponto de vista de aumentar a tua força, músculo ou o teu sistema cardiovascular o Yoga não é o tipo de exercício mais completo.

No entanto não deixa de ser uma forma excelente de te manteres ativo.

É importante quando se escolhe uma atividade física ser algo que gostes e consigas ser consistente, e se for o yoga essa atividade? Excelente!

Porque tem muitos outros benefícios.

1. PODE AJUDAR NA REDUÇÃO DO STRESS

O Yoga é conhecido por ajudar nos momentos de relaxamento.

Existem vários estudos que a prática de Yoga reduz a produção de cortisol que é uma das principais hormonas do stress (1,2).

Este estudo analisou o progresso de 24 mulheres que após 3 meses de um programa de Yoga apresentavam níveis mais baixos de cortisol. Além disso apresentavam índices mais baixos de stress, ansiedade, fadiga e depressão (3).

Outro estudo analisou 131 pessoas durante 10 semanas e descobriram reduções de stress e ansiedade. Não só melhores na qualidade de vida mas também a nível da sua própria saúde mental (4).

2. REDUÇÃO DE NÍVEIS DE ANSIEDADE

Muitas das pessoas procuram o Yoga de forma a controlarem melhor a sua sensação de ansiedade.

Após alguma pesquisa, encontramos que realmente existem estudos que comprovam a redução nos níveis de ansiedade.

Neste estudo 34 mulheres diagnosticadas com problemas de ansiedade foram prescritas com Yoga 2x por semana durante dois meses.

No final do estudo todas as que seguiram o protocolo tinham níveis de ansiedade menores do que o grupo de controlo (5).

Este outro estudo avaliou 64 mulheres com Síndrome de Stress Pós Traumático (PTSD), que é caracterizado por ataques severos de ansiedade.

Após 10 semanas as mulheres que praticaram yoga apenas 1x por semana tinham menos sintomas de Síndrome de Stress Pós Traumático. Neste estudo aliás, 52% dos participantes no final do estudo deixaram de apresentar critérios para serem considerados com este Síndrome (6).

3. PODE MELHORAR A SAÚDE DO TEU CORAÇÃO

Não preciso explicar-te a importância da saúde do teu coração certo?

Alguns estudos mostram que o Yoga pode não só ajudar na saúde mas reduzir alguns fatores de risco de acidentes cardiovasculares.

Neste estudo com participantes com mais de 40 anos que realizaram Yoga durante 5 anos, apresentavam níveis de pressão arterial e pulsação mais baixos do que quem não pratica Yoga.

A pressão arterial elevada é uma das principais causas de problemas no coração, como ataques cardíacos e AVC (8).

Este estudo com 113 pacientes que apresentavam problemas cardíacos foi utilizado um protocolo que implicava mudanças de lifestyle que incluem não só ajustes nutricionais mas também um ano de prática de Yoga (com outras tarefas para gestão de stress).

Os participantes apresentaram uma redução de 23% no colesterol total e redução de 26% no “mau” colesterol (LDL).

4. PODE AJUDAR A COMBATER A DEPRESSÃO

Alguns estudos mostram que o Yoga pode ter alguns efeitos antidepressivos.

Neste estudo os participantes que tinham alguma dependência do álcool praticaram Yoga, e após duas semanas apresentavam menos sintomas depressivos e níveis de cortisol mais baixos.

Existem vários estudos a suportar estes resultados (10,11).

5. PODE MELHORAR A QUALIDADE DO TEU SONO

Problemas com dormir as horas suficientes, ou qualidade do sono, estão associados a obesidade, pressão arterial elevada e depressão (12,13,14).

Neste estudo feito em 2005, 69 idosos foram colocados a fazer Yoga.

E após participação do estudo todos eles adormecem mais depressa, dormiram durante mais horas e apresentavam sintomas de sono mais descansado na manhã seguinte (15).

O Yoga mostrou ser capaz de aumentar a produção da hormona melatonina, que ajuda na regulação do sono (17).

6. AJUDA A PROMOVER MELHORES HÁBITOS NUTRICIONAIS

A alimentação “mindfull”, a quem há quem chame atualmente comer de forma intuitiva, é algo que na Sik Nutrition chamamos de comer com consciência.

Obriga a estar presente no momento, comer mais devagar, sentir o sabor, textura e cheiros dos alimentos e reparar em todo o processo da tarefa que é nutrires-te.

Esta prática consciente provou ser uma grande ajuda a controlar o peso corporal a longo prazo em conjunto com controlo da ingestão de quantidades de comida adequadas ao teu objetivo (18,19,20).

Logo como o Yoga aposta na ênfase na parte mais consciente da prática, alguns estudos mostram que pode ajudar-te neste processo também a nível nutricional.

Neste estudo que incorporou Yoga em conjunto com o protocolo para tratamento de pacientes com Distúrbios Alimentares concluíram que no final do estudo que a frequência de Distúrbios Alimentares e a própria preocupação com comida também reduziu (21).

Neste estudo o Yoga também mostrou ajudar em alguns casos com Compulsão alimentar (22).

CONCLUSÃO

Apesar de acharmos que o Yoga sozinho pode não ser o desporto ótima para ganhares massa muscular ele é um excelentes complemento à tua rotina de treino.

Experimenta incorporar 1-2 vezes por semana para te ajudar na libertação de stress, melhorar a tua recuperação, o teu equilíbrio, humor e flexibilidade.

Relativamente ao teu bem-estar e lifestyle o Yoga pode sem dúvida ajudar-te a ter uma relação mais consciente com os teus hábitos nutricionais, ajudar na meditação.

Espero que consigas pelos menos experimentar uma aulinha e nos contes se gostaste 😉

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REFERÊNCIAS

[1] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16740317

[2] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4784068/

[3] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16319785/

[4] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17544857

[5] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19341989/

[6] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25004196

[7] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15255625/

[8] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19505285

[9] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12467090

[10] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16185770/

[11] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15055096/

[12] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26429750

[13] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26333359

[14] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3181883/

[15] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15937373/

[16] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15139072/

[17] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15165407/

[18] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3485681/

[19] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3259454/

[20] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25417199

[21] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2844876/

[22] – https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19632546/

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