A Alexandra que deu a volta na sua vida, antes de dar a volta ao mundo

A Alexandra que deu a volta na sua vida, antes de dar a volta ao mundo

Hoje trago a História da Alexandra, que para alguns será uma cara conhecida! É a namorada do Miguel Maia (link) que esteve a pouco tempo a falar sobre a sua jornada.

Mas deixo ser a Alexandra a falar um pouco mais de si.


Na altura em que decidi me juntar a team não tinha quaisquer objetivos, tinha me acomodado e estava numa de deixar andar, ate que o meu namorado (O Miguel Maia), que já me tinha falado na Sik Nutrition, decidiu avançar e perguntou-me se também estava interessada, como não tinha nada a perder aceitei, sem grandes expectativas, quis ver no que ia dar.

Claro que pouco “crente” no início estava um pouco reticente, dado que já tinha feito um acompanhamento online com outra team e não tive uma experiência muito positiva. Mas desde o início com a Sik Nutrition percebi que tinha apoio e que as coisas eram feitas com clareza e profissionalismo. O único medo que tive e que as vezes ainda tenho e de não conseguir ir avançando como o esperado e de alguma maneira criar uma certa desilusão… mas medos todos temos e sei que sempre que tenho dúvidas no meu desenvolvimento e progresso sei que posso sempre contar com os conselhos do coach.

Antes da minha Jornada já seguia várias pessoas no Instagram que estavam ligadas ao fitness e alimentação dita “saudável”, e que por vezes guiava me pelos seus treinos e pelas suas receitas, mas mais tarde apercebi-me que não me ia levar a lado nenhum seguir o que outra pessoa fazia ou comia, porque eu não sou igual a ninguém, nem nunca vou ter o corpo igual a ninguém nem a minha vida e igual a de outra pessoa, a única coisa que tinha e tenho a fazer e tentar melhorar-me a mim, na minha realidade.

Senti logo de início que pertencendo à Sik Nutrition ia ter sempre um grande apoio, que qualquer dúvida iria ser esclarecida e que nunca iria ficar para trás. Começar o protocolo não foi difícil, tendo em conta que já até já tinha monitorizado a minha nutrição no passado.

Acho que sem margem para dúvidas uma das peças importantes foi não existir uma exagerada pressão nem complicações o que facilitou o processo de habituação, e o resto? Veio naturalmente.

Mesmo precisando do Coach para me orientar senti que todo o processo era feito à minha medida e de acordo com os meus gostos pessoais, não senti que tinha obrigações ou que sair da minha rotina diária. O suporte da team e incrível, sei que as minhas dúvidas são sempre ouvidas e respondidas, que não e apenas uma relação de empresa e cliente, mas que tenho sempre alguém disponível para me ouvir e dar conselhos.

Além disso, o que mais me deixa feliz é a mudança na forma como me via a comida, sempre lutei contra apetites e demonizava certas comidas, com a team aprendi a comer sem medos, todos os alimentos que gosto, sem pôr nada de parte, e isso foi a melhor ajuda que podia ter, não tendo restrições nunca senti que estava a fazer algum tipo de dieta, adquiri conhecimento em dosear alimentos de acordo com as minhas necessidades sem excluir o que mais gosto.

Apesar de vir de um passado de excesso de peso não tenho vergonha de como era antes, apenas tenho pena de não pensar como penso hoje, de ser tao complicada em relação a comida. Hoje sinto me bem comigo mesma, tenho mais confiança em mim e nas minhas escolhas.

Claro que continuo atenta, e a trabalhar com a Team, que me ajudaram em momentos que tive medo e em que sentia que podia de alguma maneira estragar o plano, como por exemplo as férias, onde não tinha maneira de controlar as quantidades macros, fui fazendo por intuição, uns dias abusava mais que outros, mas aprendi a não sentir remorsos por ter comido um gelado ou uma pizza, aprendi a seguir em frente com o plano, pois não ia estragar 2 ou 3 meses com uma refeição.

Após mais de 16 semanas a trabalhar em conjunto hoje vejo-me como uma pessoa menos stressada em relação as refeições fora do plano, descompliquei completamente a alimentação, o que antes para mim era impensável agora tornou-se normal. Se inspiro alguém não sei, fico contente se o fizer, mas o mais importante para mim e inspirar-me a mim mesma, a ser cada dia melhor e ter mais orgulho em mim.

Chamo-me Alexandra e tenho 30 anos, sou cozinheira o que por vezes torna as coisas um pouco difíceis, estando rodeada de comida e ser quase obrigada a provar tudo o que faço. Adoro viajar e conhecer novas culturas. Também faz parte dos meus hobbies ler, muito, adorava ter uma biblioteca gigante.


Alexandra, não consigo acrescentar muito! Tens sido uma pessoa tão descomplicada e serena, tão cumpridora e consistente que os resultados falam por si! A mudança veio de dentro, a pressão é apenas q.b. para te colocar a mover, e o resto constrói-se na base da perseverança.

Sem dúvida, alguém que #descomplica !

Coach João

Quando um Vegan decide embarcar connosco é a 100% – Nuno Filipe

Quando um Vegan decide embarcar connosco é a 100% – Nuno Filipe

Hoje, celebrando o dia Mundial do Vegetarianismo, decidimos convidar o nosso Atleta Nuno Filipe, que é Vegan para contar um pouco mais da sua história e nos falar um pouco mais desta abordagem “plant-based”.


O fator mais curioso e interessante que me levou até à Sik Nutrition foram as as 4ªs feiras científicas 😊 Quando conheci a Tânia Lima, nos poucos momentos que tínhamos para trocar dois dedos de conversa após as aulas, ela ia-me apresentando e falando da equipa da SIK, e um dia após pesquisar um pouco, dei com um dos posts das 4ªs feiras científicas. A actualidade e simplicidade do artigo fez-me pensar que se “um dia me meter numa coisa destas, é aqui”.

E no dia que avancei não tive qualquer receio. Apenas o de vos deixar ficar mal 😊. Nunca considerei que o veganismo me dificultasse a vida – apenas nos jantares de natal da empresa onde me serviam salada de alface, tomate e cebola. Típico 😊

Desde que tenho memória, sempre vivi com atividade física e em variados momentos da minha vida pratiquei desporto de forma mais séria, sendo que a minha alimentação vegana nunca foi um problema.

Tenho um longo background de exercício físico e quando era – bem – mais novo e praticava e competia no BJJ recordo-me de ver imensa gente no ginásio que os meus mestres me “obrigavam” a frequentar, cuja alimentação consistia em laranjas, ovos, peixe cozido e batata doce. a todas as refeições. Com uns batidos pelo meio e 12 comprimidos de seguida. Era a única realidade que tinha no início dos anos 2000, e talvez um pouco responsável pelo meu “dislike” por ginásios desde então.

O meu ídolo nesta jornada é sem dúvida a Tânia Lima! Conheci a Tânia quando ela me contactou para começar as aulas de Ashtanga Yoga. Daí a falarmos com regularidade das transversalidades das nossas práticas, de como um podia beneficiar a outra e vice-versa, de ela me explicar o que são macros (heheh), de me mostrar o facebook da SIK, de irmos juntos em família a concertos de beneficência, foi um ápice. São poucas as pessoas hoje em dia que nos conseguem demonstrar e explicar algo com completa humildade, que nos ensinam sem esperar algo em troca, que não nos vendem a sua versão das coisas ou vangloriam-se dos seus feitos, e a Tânia foi – e ainda é – para mim uma dessas pessoas.

Atualmente diga-se que ainda estou na fase de absorção. É todo um mundo novo ao qual, devagarinho, me começo a adaptar. Mantenho-me sempre curioso e entusiasmado, que acho que são dois aspetos importantes para este e qualquer protocolo funcionarem!

Não participo muito no Grupo (do facebook) da Team Sik Nutrition, mas vou lendo e acompanhando todos os meus companheiros e companheiras de macros e treino, silenciosamente orgulhoso e a torcer por cada um deles.

Quanto aos Coaches e equipa técnica, são péssimos, é uma desgraça. 😛 ahahah.

Ainda só contactei com o João, já sei quem são os restantes, pelo que aguardo pela oportunidade de os conhecer pessoalmente um dia! 10/10 se isto fosse um review oficial!!

Acho que algo muito importante é que todas as minhas opções alimentares foram respeitadas desde o 1º contacto. Nunca senti sequer que seria um problema ou que era “mais difícil” ou “mais complicado”, não estaria nele de fosse de outra forma!

Ao longo das últimas semanas tem sido um acumular de peças que me têm permitido progredir (sendo que aqui a medição do termo “progresso” é muito subjetiva aos olhos do espetador).

Numa semana é entender um movimento nume exercício do treino, noutra é aprender a usar uma App (hello Myfitnesspal), noutra será certamente algo novo, para acrescentar a este progresso.

Em todos os aspetos da minha vida, pequenos incrementos mantidos durante um período longo de tempo têm sido o pilar de todas as mudanças conscientes e positivas que alguma vez fiz!

E assim orgulho-me de seguir um protocolo extremamente equilibrado e bem desenhado, e no topo da pirâmide, acima de qualquer resultado estético ou de performance, o meu protocolo tem a palavra “saúde”. Quanto à saciedade, bem, sendo Vegan acabo a comer uma panela de legumes e leguminosas para encaixar nas macros, não deixam grande espaço para ter fome 😉

Uma das minhas maiores lições de vida é aceitar sempre com consciência de que estamos apenas a viver uma experiência neste corpo, que ele é um aluguer de longa duração que não nos pertence na realidade… Por isso tomemos bem conta dele, para que ele possa tomar bem conta de nós enquanto partilharmos esta coisa de estarmos vivos. Sem comparações e sem julgamentos, certamente nunca ouvimos ninguém a dizer que “o meu carro alugado é melhor que o teu”, por isso damos o nosso melhor para nós, que é tão diferente de pessoa para pessoa! É assim que me vejo hoje! Pergunta-me amanhã novamente para confirmar heheh

Eu chamo-me Nuno, tenho 35 anos e sou pai de uma linda menina de 4 anos e casado com a mulher mais linda da minha vida. Moramos pacatamente em Carcavelos, onde desenvolvo os meus dois projectos – Ashtanga Yoga Carcavelos e o Centro de Osteopatia & Yoga. Quando consigo, gosto de estar dentro de água em cima de pranchas, ou na garagem a montar e desmontar coisas com rodas, ou em casa a ler e a estudar sobre tempos e culturas idas. Nada disto seria possível sem o meu meu aliado, café sem açucar!

Obrigado pela oportunidade de celebrar convosco este dia 😊


O Nuno tem tido uma jornada e tanto! Ajustar as suas calorias e macronutrientes para o seu enorme dispêndio calórico diário, tem sido umd esafio muito interessante mas felizmente está a correr muito bem e a recomposição corporal tem sido fantástica.

Coach João

#Descomplica

Quais foram os meus resultados após cultivar o amor próprio durante um mês?

Quais foram os meus resultados após cultivar o amor próprio durante um mês?

Hoje festejamos o dia Internacional da Paz, e decidi desafiar-te a fazer as pazes contigo (tal como tentar fazer comigo nos últimos anos).

Abrindo as redes sociais há um mote bastante comum nos dias de hoje:

AMOR-PRÓPRIO

Soa-me fantástico! Eu, que tanto defendo que nos devemos desenvolver ao máximo em todas as áreas que nos cativam, sem nunca deixar de apreciar cada momento que passa.

Mas descubro que muito do que se lê não é bem o que eu pensava ser o Amor-próprio.

Sinto que em muitas vezes são misturados três conceitos distintos:

  • Aceitação
  • Compaixão
  • Autoestima e Confiança

E poderia ir mais além (e vou claro ao longo do artigo).

Eu testei em mim mesmo todos eles durante um mês. O que será que aprendi?

 

O Amor Próprio

Primeiro de tudo. O que significa isto? Segundo Débora Khoshaba :

“Amor-próprio é um estado de apreciação do teu ser, é um sentimento que cresce faz ações que suportam o nosso crescimento físico, psicológico e espiritual”

No fundo, é valorizares-te como ser humano, alguém a quem deva ser tido todo o respeito e amor. No fundo aquilo que todos, de alguma forma, queremos.

No entanto como se percebe, é um fenómeno cumulativo de pequenas ações, que levam a um estado.

Amor-próprio é um estado, e não um sentimento ou sensação. É um somar de várias coisas.

Quando procuras:

  • Melhorias na tua saúde e aparência
  • Estabilidade emocional
  • Crescimento como ser humano

Todas estas componentes somam-se e levam a atingir um estado de Amor-próprio verdadeiro.

E aqui começa a surgir a minha “dor” ao abrir as redes sociais… quando vejo alguém expor “come o que queres e ama-te”, isto baralha-me porque penso: estará a contribuir de alguma forma para a tua estabilidade emocional? Vais obter melhorias a nível de saúde e aparência? Desculpem-me, mas acho que não! E isso não pode ser o amor-próprio.

Amor-próprio não é arrogância, por isso mesmo que não queiras o amor-próprio andará sempre de mãos dadas com a tua imagem, e se não gostas da tua imagem, dificilmente gostarás de ti.

E se vives única e exclusivamente para a tua imagem?

O desequilíbrio é a base da tua vida, e transformaste o caminho para o Amor-próprio em Narcisismo. E não vais encontrar felicidade dentro de quatro paredes, agarrado a um telefone “scrollando” as redes Sociais.

Como vês, o meu mês deu-me muito em que pensar…

Principalmente que nos dois espetros, aprendi uma frase para a vida:

“A Felicidade é a presença do bem-estar na tua vida, e não somente a ausência de um estado miserável.”

Por isso fugir não trás felicidade, encarar a vida de frente e construir um ser melhor sim.

E falando em encarar, vamos à minha próxima descoberta?

 

Aceitação versus Negação

Aceitação é muito diferente de resignação, ou negação (negar a fazer mais ou aceitar que o que tens é suficiente). Aceitares como és, é saber onde estás hoje! É saber o teu ponto de partida, que não tem de ser o teu destino final.

E aqui dói-me a alma ao ver nas redes sociais o “vender a ideia” que aceitares é ser feliz com as tuas dobrinhas, ou com celulite… ou com outro “dito problema qualquer”! Fantástico!

A própria definição de aceitação compreende tudo, aceitar o bom e o mau da nossa vida. Por isso até aqui estamos bem e eu não tenho anda contra isso, e acho uma onda de solidariedade fantástica!

Mas será que é isso que tu queres? Será que aceitares onde estás, é impedimento de quereres um pouco mais para ti, de atingires um novo estado de aparência e de espírito?

Perdoem-me a minha “raiva”, mas eu tive muitas dobrinhas! 120 Quilos de dobrinhas pelo corpo todo… E aceitar por parecer moda, e não viver feliz é só uma fachada…

E perdoem-me novamente, mas eu aceitei: TODOS OS MEUS PROBLEMAS, para poder seguir em frente.

Consegues ver alguém que aceita a realidade, versus alguém que a nega?

  • Eu preciso fazer dieta para perder peso e tenho medo de não conseguir
  • Eu preciso fazer dieta para perder peso, MAS tenho medo de não conseguir

A diferença é o MAS, que não é mais do que uma objeção a mudar. Ao evitar as objeções aceitando até o mais difícil, vais estar a dar o primeiro passo para um ser mais evoluído, um ser que pode construir o seu Amor-próprio.

No dia que aceitares que as tuas ações e pensamentos podem ser errados por vezes, mas que isso não te define, compreenderás que há muito a fazer por ti. Não te julgues, porque ninguém o fará também. Desta forma abres porta a maior amiga da Aceitação: A Autoestima.

Assim que te aceitas como és, e decides fazer por melhorar os pontos menos positivos, estás a cultivar uma nova Autoestima.

No fundo tentar ter um pouco mais de compaixão por ti.

 

Compaixão e Narcisismo

Primeiro de tudo vamos a definições de conceitos. O que significa ter compaixão por ti?

“A compaixão pode ser definida como ser generoso e compreensivo contigo próprio, mesmo quando sentes que falhaste em algo, ou com alguém.”

No fundo começares a agir contigo, como agirias como um amigo! Quando alguém está mal e dás um ombro amigo, serves de suporte, conversas sobre o sofrimento, oferecendo bondade e compreensão.

O que nem sempre acontece quando te julgas, mas que tens as habilidades para o fazer.

No entanto além da compaixão deves pensar no Narcisismo que falei anteriormente:

Segundo a definição:

“O narcisismo leva a uma comparação com outros para te sentires melhor, de parecer que atingiste o objetivo em vez de o atingir, de requerer uma validação constante de outros, vendo tudo a preto e branco.”

 E isto? Vejo muito… A procura da validação escondida na procura da compaixão dos restantes.

E será esta a verdadeira Autoestima?

 

Autoestima versus (vestir a) Personagem

Novamente surge a Autoestima, é inevitável. Um dos fatores chave na tua confiança, na tua demonstração de segurança até nas mais pequenas ações.

Definição de Autoestima:

“Autoestima refere-se ao valor geral associado a uma pessoa, dado por ela própria. Pode ser considerado como uma pessoa mede os seus valores, aprovação, apreciação ou quanto gosta de si.”

Em muito acaba por tocar ou aproximar-se do que falamos do Amor-próprio e como diz o expert no assunto Morris Rosenberg: a Autoestima é a tua atitude em relação a ti próprio!

No entanto sinto uma enorme distorção entre Estima, e Autoestima.

Estima, é a forma como os outros nos veem, o respeito, o teu status, o reconhecimento e prestígio. A Autoestima é mais uma questão de atitude, de ti para ti.

Aliás se há algo que aprendi com o tempo, é que a autoestima pode influenciar a Estima que os outros sentem por ti.

Quem nunca conheceu aquela pessoa mal f**ida que parece que está sempre de mal com a vida?

As pessoas com baixa autoestima acabam por não viver no seu máximo esplendor levando muitas vezes a ser mais difícil ser aceite e apoiado por outros. A Autoestima ensinou-me que:

  • Devo apreciar-me assim como apreciar os outros
  • Devo encontrar o meu propósito de vida, desenvolvendo-me como pessoa e procurar algo que me leve a atingir um estado de grandeza face aos meus valores
  • Aumentar a minha criatividade, para respeitar mais a forma como me vejo a mim mesmo
  • Apostar em contribuir positivamente na vida dos outros, ajudando-os nas áreas que posso contribuir

E isto é bem diferente do que acabo por ver… Vemos toda a promessa de Autoestima, do “Ama-te como és”, mas essas mesmas pessoas vivem isoladas, sem convívio, sem ajudar outros, sem receber o poder do “Obrigado por estares aqui”, do riso que se dá quando se acaba uma tarefa em conjunto, aquele “Ufa já acabou!”.

O Vestir a personagem, o fingimento da autoestima gigante abaladora, que de tão abaladora só te abala a ti, porque nem tu acreditas em tanta falsa autoestima e cais no narcisismo…

Numa era de aprovação constante dos outros principalmente devido a redes sociais, a constante procura de aprovação como o mais original, mais confiante, mais bem-sucedido, a melhor transformação… Esqueces-te de ti! De te amar de verdade, de cultivar a estima por ti de uma forma que te leve a contagiar os outros não só pela forma como escreves, ou pelas fotos que tiras, mas pelo teu modo de estar!

Quando a autoestima é real isso nota-se em tudo o que fazes, a tua forma de estar serena, de tranquilidade e de felicidade transparecem nas entrelinhas, e transparecem mesmo quando não falas. Ninguém te vai pagar para representar neste filme que é a tua vida, por isso larga a personagem vestindo o teu papel sendo tu na tua essência. Mesmo que isto represente por vezes afastar de pessoas que não vão gostar do teu verdadeiro “eu”… Se não respeitas os teus valores viverás uma vida de negação.

 

Resumo

Foi um mês de leituras, e de testes que me levou a repensar muita coisa. Quanto mais lia, e mais aplicava mais estranho sentia este movimento que muitas das vezes me soa a “fachada” das redes sociais para mascarar a incapacidade de fazer mais por ti.

Nunca me vais ver como apologista de aceitares um ser miserável, se tiveres capacidades de ser melhor e tiveres recursos para tal! Ajudei centenas de pessoas a consegui-lo, e vou continuar a minha incessante luta de te fazer acreditar que também tu podes conseguir, de dentro para fora atingir um novo ser, de que te orgulhes, que aceites e que descubras por mim como amar-te verdadeiramente. Para que descubras a tua paz interior.

O que aprendi, mais uma vez, é que o Amor Próprio vai muito além daquilo que se escreve atrás dum teclado de um telemóvel ou computador, postando na Internet.

São precisas ações reais, e sinceras, que espalhem dentro de nós uma dose de honestidade e graciosidade que nos permita viver em Plenitude.

Aprendi que assim:

  • Tenho de aceitar sim a minha realidade, para saber o que menos de bom acontece na minha vida de forma a melhorar. Negar a realidade, ou evitar a mesma, leva a uma vida de resignação, para sempre infeliz.
  • Devo ter a mesma compaixão por mim como tenho por outros em momentos de maior dificuldade, sendo compreensivo e o meu próprio ombro amigo se preciso
  • Primeiro de tudo devo estimar, alimentando a minha autoestima o que levará a contribuir positivamente na vida de outros, o que fará não só mais feliz comigo, como feliz pela forma como me vêm

E acredito, piamente, que ao conseguir equilibrar estes três pontos chave estou mais próximo do que é realmente esse Amor-próprio que tanto falam.

Gostava de te desafias a contar-me sobre isto:

Tens cumprido com algum dos pontos acima? Concordas com o meu ponto de vista?

#Descomplica

Coach João

 

Leituras Recomendadas

Self-Compassion: The Proven Power of Being Kind to Yourself by Kristin Neff

Self-Esteem: A Proven Program of Cognitive Techniques for Assessing, Improving, and Maintaining Your Self-Esteem by Matthew McKay, PhD

A Susana recuperou a sua boa forma sem ter de largar o seu melhor amigo: Chocolate!

A Susana recuperou a sua boa forma sem ter de largar o seu melhor amigo: Chocolate!

E hoje trazemos o excelente feedback e percurso da Susana Ribeiro! Nada melhor que as palavras espontâneas dela sobre todo o percurso connosco, que só agora começou.


Olá! Cá estou eu 13 semanas depois do dia que me juntei a Team @siknutrition. Há quase 1 ano decidi deixar de fumar e apesar do processo ter sido relativamente mais fácil do que todas as outras tentativas, a verdade é que nos primeiros 7 meses e derivado a alguma ansiedade, acabei por comer mais do que comia!

Inevitavelmente engordei… Cerca de 4kg e não me sentia bem com essa imagem. Foi então que decidi mudar – por mim, para mim 😊

Já conhecia o @jay_sik (fundador da @siknutrition) , já acompanhava os artigos da Team e acreditava plenamente no método utilizado, por ele mesmo ser o maior exemplo de mudança corporal e perda de peso que conheço!

Não vos vou dizer como é o processo porque aconselho a seguirem os artigos no site ou Facebook da Sik Nutrition, mas para mim foi uma mudança não só corporal, mas uma mudança de mindset!

Adquiri bastantes conhecimentos de nutrição, ganhei gosto por cozinhar, não passei fome, como na maior parte dos processos comuns de perda de peso.

Acho que é importantíssimo o que aprendi: que é possível adaptar ao plano diário de tudo um pouco , até mesmo chocolate!

Em relação ao Treino, na team encontrei alguém ( @coach.mario ) profissionalmente apto para acompanhar o meu plano e as minhas lesões (hérnia na cervical e desgaste dos discos lombares), alguém que me acompanhou, que fez todos os ajuste de treino e alterações necessárias e que a cima de tudo me ajudou a que o plano me motivasse!

Hoje não passo sem os meus treinos e a cima de tudo aprendi bastante a proteger-me das lesões e a conhecer as minhas limitações. Obrigada Mário🤛!

Hoje com menos 5kg , com menos um total de 29 centímetros perdidos aqui e ali e ganhos musculares onde nunca tive 😀!!!

 

As “invejosas” vão dizer que é Photoshop e os desmotivados vão dizer que uma foto está mais perto que outra, que encolhi a barriga, blablabla bullshit 😂😂!

Ainda estou longe do meu objetivo mas mais perto que ontem!

Não estou a competir com ninguém, não tenho pressa e acredito que tudo o que aprendi neste processo e com o constante apoio da minha Team conseguirei chegar lá!

 

Quero agradecer ao homem da minha vida @rufinojnleite que me acompanhou, ajudou e motivou todos os dias , contigo ao meu lado é tudo mais fácil ❤!! Grata por tudo! 🙏
#teamsiknutrition #descomplica


Fica fácil trabalhar com gente fantástica nesta equipa! O nosso obrigado e vamos continuar na luta.

Deixo umas fotos honestas de comparação com o antes e depois da Susana.

Coach Mário

O Miguel conseguiu ganhar uma auto-estima nova, e conta-te como conseguiu

O Miguel conseguiu ganhar uma auto-estima nova, e conta-te como conseguiu

Hoje trago uma história no masculino, para não parecer que não temos grandes amigos nesta Equipa! Porque temos 😊. Trago-vos a história fantástica do Miguel. Nada melhor que as suas palavras, descomplicadas.


Tenho um trabalho que me obriga a ter um dia-a-dia demasiado monótono e para escapar a isso, comecei a fazer ginásio. Mas chegou a um ponto em que já nem isso sentia vontade. E foi isso que me levou a querer fazer parte desta equipa. O querer inovar nos treinos, querer saber mais acerca de métodos e nutrição. Claro que quando avancei tive dúvidas, porque dúvidas existem sempre, fazem parte dos processos de aprendizagem. O único medo seria, e ainda é, de desapontar a equipa. Porque somos unidos, e pessoas unidas preocupam-se.

Tive conhecimento através de uma outra atleta da equipa que seguia no Instagram, a Ana Salgado. Conversei com ela e decidi fazer o contacto com a Sik Nutrition. Desde logo senti-me bastante bem. Senti-me motivado e cheio de vontade. Fazer parte desta equipa é um orgulho. Não escondo a minha alegria em dizer que faço parte e que quero continuar até correrem comigo a pontapé. 😊

Senti-me, e sinto ainda, sempre apoiado pela equipa. Sempre disponíveis para as dúvidas que surgem ao longo dos processos. Se por algum motivo, surge um exercício ou algo na alimentação que não me satisfaça, sei que posso expor essa mesma situação e que alguma alternativa me será apresentada e isso é ótimo. É bom saber que sou um atleta desta equipa e não apenas mais um número no total “de cabeças” de pessoas existentes.

Acho que sem dúvida a nutrição foi o fator chave e tem sido a melhor ferramenta para a minha evolução. Claro que os treinos ajudam, mas o facto de eu ver os meus resultados a cada dia, sabendo que não ando afogado em suplementos, são uma vitória a cada dia que passa.

Esta nova confiança e orgulho que tenho em mim vêem-se no dia-a-dia.

Mas admito que tive medo… As férias. Sabendo que não teria como calcular as macros com precisão. Não ter acesso a ginásios. Mas agora já não tenho esse receio.

Tenho cuidado com a alimentação e tento sempre fazer uns pequenos treinos no exterior com base nos vídeos postados no canal YouTube da @siknutrition. Claro que uma vez por outra se fecha os olhos e lá passa um pequeno pecado, afinal de contas, férias são para aproveitar! E equilíbrio, é isto mesmo.

Hoje posso dizer que estou mais confiante com a minha forma e com a minha personalidade. Se alguém se sentir inspirado pela minha atitude e se sentir motivado para evoluir com esta equipa, isso será para mim, a maior vitória de todo este processo.

O meu nome é Miguel Maia Campos, tenho 29 anos e sou um algarvio orgulhoso. Nascido em Portimão e residente toda a minha vida em Aljezur. Terminei os meus estudos no 12º ano com 17 anos tendo iniciado atividades laborais aos 15, com pequenos part time. Fui guia turístico em Aljezur, acompanhando turistas ingleses e franceses em pequenas excursões pelo concelho. Depois passei a trabalhar em restaurantes, tendo pelo meio tido experiências como rececionista de hotel. Há 5 anos surgiu a oportunidade de ir para a Suíça, continuo a trabalhar como empregado de mesa. Foi aí que me meti em ginásios, bodybuilding.com era a fonte para treinos e suplementação, Kris Gethin foi e ainda é uma fonte inspiradora. Os meus hobbies passam pelo comando de PlayStation, gosto muito de música e cinema. Sou adepto de lego, sobretudo da gama Star Wars. Gosto de viajar, adoro conhecer novas culturas, sobretudo à mesa! Este sou eu, descomplicado.


Não consigo acrescentar muito, com tudo o que o Miguel trouxe de bom a esta equipa. So posso agradecer pelo fantástico feedback e pela sorte que temos por te ter cá com a Alexandra!

Podes encontrar o Miguel com fotos giríssimas e cheias de estilo aqui no seu Instagram.

Coach João

Sete Mulheres normais, que superaram a Compulsão Alimentar contam-te como fizeram

Sete Mulheres normais, que superaram a Compulsão Alimentar contam-te como fizeram

Não tens fome, mas dás por ti a pensar em comida o dia todo?

Hoje trazemos a história de Sete Mulheres (como tu), que superaram a compulsão alimentar e ajudamos-te também a contornar este problema.

Introdução

Muitos comportamentos podem ser qualificados como compulsões, podendo ser aqueles que sentimos uma necessidade irresistível de os fazer procurando uma sensação de prazer, independentemente das consequências.

“Antes da estar na Team basicamente passava a semana a comer minimamente “limpo”, mas chega ao fim de semana e era o descalabro… Chegava a ficar maldisposta de tanto comer…” Susana Ribeiro

O binge eating é um distúrbio alimentar em que comes grandes quantidades de comida sem conseguir parar, causando-te uma dor emocional durante ou após estes episódios. Nós até lhes costumamos chamar “ressaca” que é associado aos vícios como do álcool e drogas, e que não é muito diferente nestas situações.

Durante estes binges podes comer mesmo quando não tens fome ou continuar a comer mesmo depois de estares cheio.

“Antigamente sempre que tinha um momento de compulsão nunca parava para tentar analisar, comia desalmadamente é só depois ficava com uma culpa imensa, até com vontade de vomitar embora nunca tenha chegado a faze-lo.” Cristiana Magalhães

 

Factores que influenciam o binge eating

Infelizmente algumas pessoas são mais susceptíveis de terem compulsões com determinados alimentos, que denominámos de trigger foods ou alimentos gatilho (ou sinal). Que podem variar entre bolachas, biscoitos, batatas fritas e/ou muitos outros alimentos com alta palatabilidade.

As compulsões são fenómenos complexos e que podem ter origens em diversos factores, tais como:

Sociais e culturais – A pressão social, assim como o stress podem promover a fome emocional. Alguns pais inconscientemente promovem estas compulsões desde cedo ao utilizar a comida para dar conforto, punir ou compensar as crianças. Crianças que são expostas a comentários negativos relativamente aos seus corpos e peso estão mais vulneráveis a desenvolver compulsões no futuro.

Psicológicos – A depressão e o binge eating estão altamente correlacionados. Muitas das pessoas que sofrem de binge eating estão deprimidos ou já estiveram, enquanto que outras podem ter problemas em controlar os seus impulsos e/ou gerir os seus sentimentos. Baixa auto-estima, solidão e insatisfação com o corpo podem contribuir para compulsões.

“Sobre a compulsão alimentar… no meu caso é um eufemismo para a fome emocional, irracional, e acontece sempre que o desequilíbrio – emocional ou hormonal – se instala… são anos de luta contra este monstro.” Inês Godinho

Factores biológicos – Algumas alterações biológicas podem contribuir para o binge eating, tais como alterações nos feedbacks para o hipotálamo, que levam o organismo a ter mensagens erradas quanto à fome e saciedade. Baixos níveis de serotonina também parece que tem um papel na compulsão alimentar.

“Estou há 3 meses com a Team, consegui espaçar mais os episódios de compulsão e diminuir o “tamanho” de cada um. Estar em restrição calórica torna-se um problema no início e as vezes até duvidava se esse seria o caminho… Mas quando começas a ver resultados, até perguntas se podes baixar um pouco as calorias.” Daniela Leite

Restrições alimentares – Dietas demasiado restritas podem desencadear comportamentos de compulsão alimentar. Imagina que te diziam que nunca mais podias comer chocolate na vida? Possivelmente hoje comerias um monte de chocolates e possivelmente ao fim de algum tempo em restrição também! Os cravings (desejos) e sensação de recompensa derivadas da comida são maiores após um período de restrição. Por isso deves evitar dietas altamente restritas e o foco deve ser na moderação e controlo de quantidades. Encontra alimentos nutritivos que gostas e come até te sentires satisfeito, sem te sentires desconfortavelmente cheio.

“Se no passado cada festa era sinónimo de descontrolo, onde comia exageradamente alimentos que restringia no dia a dia, e depois o sentimento de culpa dominava e seguia se nova dieta restritiva… Com a team reaprendi a comer c equilibro.” Ângela Carvalho

O Diário de HALT

É uma técnica que ficou famosa para pessoas que sentem dificuldade em controlar momentos de stress relacionados com a sua alimentação.

HALT significa:

  • Hungry – Esfomeado
  • Angry – Chateado
  • Lonely – Só
  • Tired – Cansado

Quando comes, ou comias, demais alguma vez pensaste nisto? Esta técnica ajuda-te a perceber quais das situações te levam a comer de forma inconsciente. Espero que seja mais uma ferramenta a guardar para o futuro. Experimenta sempre que enfrentes um episódio semelhante categoriza-lo dentro de uma destas opções, para depois conseguires encontrar as situações gatilho que levam também a momentos de compulsão.

Soluções e estratégias implementadas por Elas, para superar a compulsão

Pode não ser fácil, mas é possível superar o binge eating. Ao contrário de outras compulsões ou vícios, o “gatilho” é necessário à tua sobrevivência e não podes simplesmente evita-lo ou substitui-lo. Por isso deves trabalhar para conseguir ter uma relação saudável com a comida, conseguindo alcançar as tuas necessidades nutricionais e não as emocionais. O que podes então fazer:

1. Ouvir o teu corpo.

Aprende a distinguir a fome fisiológica da emocional. Se comeste há relativamente pouco tempo e não tens nenhumas sensações no estômago, provavelmente não estás com fome. Dá um tempo e esse desejo deverá passar. Uma técnica útil e colocar a mente focada noutra atividade.

“A diferença é que com a Sik não travo esta luta sozinha… hoje tenho consciência de quando falho, não estou isolada… aprendi a resistir, e a não desistir, em equipa. 😊” Inês Godinho

2. Evita tentações ou os teus alimentos gatilho

É verdade que não podemos remover da nossa vida toda a comida, mas podemos evitar ter em casa os alimentos que nós sabemos que despoletam episódios de bingeing, que normalmente são aqueles com alta palatabilidade. Até teres total controlo da situação, minimizar a exposição a estes alimentos vai-te permitir fortalecer a tua crença que vais superar esta situação.

3. Come regularmente e evita ter fome

Não esperes até estares esfomeada, isto apenas leva a possibilidade de teres comportamentos em que vais comer descontroladamente. Cria uma estrutura sólida de horários de refeição e tenta mantê-los, optando sempre por alimentos nutricionalmente ricos e que ofereçam mais volume de forma a ficares mais saciada.

4. Não evites a gordura

Ao contrário do que se pensa, a gordura alimentar pode ajudar-te a evitar episódios de compulsão. Ter alguma gordura nas tuas refeições vai ajudar na sensação de satisfação e saciedade. A gordura desempenha também um papel importante na regulação hormonal, principalmente nas mulheres.

5. Mantém-te ocupada

Quando estás aborrecida vais ter uma maior tendência em comer sem pensar, por isso distrai-te conscientemente nesses momentos. Aproveita para fazer uma caminhada, ligar a um amigo/familiar, ler ou um outro hobby que gostes.

6. Come conscientemente

Nunca tiveste momento em que estás a comer em piloto automático, sem sequer tirar prazer no que estás a comer? Já pensaste no tamanho dos copos e pratos que usas? Pousas os talheres entre dentadas na comida?

Come de forma consciente, e começa a comer mais devagar. Vai ajudar-te imenso no teu sistema digestivo, torna mais fácil o teu corpo processar os alimentos assimilando melhor os macronutrientes, os micros, as vitaminas e os minerais. Vai ajudar-te também a longo prazo, aprender a controlar melhor o teu apetite, de forma que os resultados atingidos sejam duradouros.

7. Identifica os teus gatilhos com um diário alimentar e de emoções

Uma das melhores formas de identificar padrões é através do registo. Sempre que tiveres um episódio de binge eating ou sentires que vais ter, aguarda um pouco e tenta identificar o que levou a essa compulsão. Se recuares um pouco no tempo normalmente vais conseguir identificar o gatilho. Regista o que comeste e as emoções que sentiste num diário, com o tempo e vários registos vais conseguir identificar um padrão.

8. Aprende a aceitar os sentimentos que desencadeiam a tua compulsão

A próxima vez que sentires que vais ter um episódio de binge, para um pouco e faz uma introspecção. Identifica a emoção que estás a sentir.

Poderá ser ansiedade? Vergonha? Desespero? Raiva? Solidão? Medo?

Aceita o que te está a acontecer. Evitar ou resistir apenas vais tornar as emoções negativas mais fortes. Tentar aceitar o que sentes sem te julgares. Explora o que está a acontecer e a passar-se na tua cabeça. Distancia-te e entende que tu não és os teus sentimentos. As emoções são eventos passageiros que não definem aquilo que tu és. No início pode ser desconfortável explorares os teus sentimentos, mas com a prática vais começar a perceber que não tens que ceder ao binge para te sentires melhores e que existem outras formas de lidar com os problemas.

“Tive dificuldade em tudo, mas com o tempo, com a integração dos conhecimentos os episódios de compulsão foram embora, as escolhas começaram a ser as mais acertadas e comecei a gostar mais de mim, a sentir me mais saudável e forte. De vez em quando tenho vontade de me perder e perco, mas essa vontade é inversamente proporcional ao meu amor próprio que cresceu tanto que fez com que a compulsão diminuísse imenso.” Sónia Correia

9. Tem um estilo de vida saudável

Quando és fisicamente forte, estás relaxada e a descansar bem, vais estar mais preparada para lidar com os eventos negativos da vida. Se por outro lado estás sempre exausta e em stress, qualquer situação menos agradável ou fora da tua rotina vai-te levar a descarrilar mais facilmente. Por isso faz alguma forma de exercício, dorme bem e mantém hábitos saudáveis que vai sem dúvida alguma ajudar-te a ultrapassar e/ou a lidar melhor com episódios de binge.

“Quando não consigo controlar a situação tento comer coisas mais inofensivas como gelatina ou cenouras. Mas o que mais retiro daqui é que cada vez mais controlo a situação e cada vez menos sinto culpa quando me excedo, sem ter restrições parvas a seguir que só alimentam a compulsão.” Cristiana Magalhães

10. Gere o stress

Como já tínhamos mencionado, lidar com o stress é uma excelente forma de conseguirmos controlar os episódios de compulsão. Encontrar alternativas para lidar com o stress sem ser através da comida é essencial. Algumas alternativas podem ser a meditação, técnicas de relaxamento ou praticar exercícios de respiração.

 

NOTA FINAL

Este artigo foi um artigo escrito pelo Coach João, Coach Mário e estas grandes Mulheres que são a Catarina Ribeiro, Cristiana Magalhães, Ângela Carvalho, Sónia Correia, Daniela Leite, Inês Godinho e Susana Ribeiro. Obrigado por contribuírem e ajudarem outras pessoas a superarem-se.

#descomplica

 

Testemunhos na Primeira Pessoa

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