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Quais foram os meus resultados após cultivar o amor próprio durante um mês?

Quais foram os meus resultados após cultivar o amor próprio durante um mês?

Hoje festejamos o dia Internacional da Paz, e decidi desafiar-te a fazer as pazes contigo (tal como tentar fazer comigo nos últimos anos).

Abrindo as redes sociais há um mote bastante comum nos dias de hoje:

AMOR-PRÓPRIO

Soa-me fantástico! Eu, que tanto defendo que nos devemos desenvolver ao máximo em todas as áreas que nos cativam, sem nunca deixar de apreciar cada momento que passa.

Mas descubro que muito do que se lê não é bem o que eu pensava ser o Amor-próprio.

Sinto que em muitas vezes são misturados três conceitos distintos:

  • Aceitação
  • Compaixão
  • Autoestima e Confiança

E poderia ir mais além (e vou claro ao longo do artigo).

Eu testei em mim mesmo todos eles durante um mês. O que será que aprendi?

 

O Amor Próprio

Primeiro de tudo. O que significa isto? Segundo Débora Khoshaba :

“Amor-próprio é um estado de apreciação do teu ser, é um sentimento que cresce faz ações que suportam o nosso crescimento físico, psicológico e espiritual”

No fundo, é valorizares-te como ser humano, alguém a quem deva ser tido todo o respeito e amor. No fundo aquilo que todos, de alguma forma, queremos.

No entanto como se percebe, é um fenómeno cumulativo de pequenas ações, que levam a um estado.

Amor-próprio é um estado, e não um sentimento ou sensação. É um somar de várias coisas.

Quando procuras:

  • Melhorias na tua saúde e aparência
  • Estabilidade emocional
  • Crescimento como ser humano

Todas estas componentes somam-se e levam a atingir um estado de Amor-próprio verdadeiro.

E aqui começa a surgir a minha “dor” ao abrir as redes sociais… quando vejo alguém expor “come o que queres e ama-te”, isto baralha-me porque penso: estará a contribuir de alguma forma para a tua estabilidade emocional? Vais obter melhorias a nível de saúde e aparência? Desculpem-me, mas acho que não! E isso não pode ser o amor-próprio.

Amor-próprio não é arrogância, por isso mesmo que não queiras o amor-próprio andará sempre de mãos dadas com a tua imagem, e se não gostas da tua imagem, dificilmente gostarás de ti.

E se vives única e exclusivamente para a tua imagem?

O desequilíbrio é a base da tua vida, e transformaste o caminho para o Amor-próprio em Narcisismo. E não vais encontrar felicidade dentro de quatro paredes, agarrado a um telefone “scrollando” as redes Sociais.

Como vês, o meu mês deu-me muito em que pensar…

Principalmente que nos dois espetros, aprendi uma frase para a vida:

“A Felicidade é a presença do bem-estar na tua vida, e não somente a ausência de um estado miserável.”

Por isso fugir não trás felicidade, encarar a vida de frente e construir um ser melhor sim.

E falando em encarar, vamos à minha próxima descoberta?

 

Aceitação versus Negação

Aceitação é muito diferente de resignação, ou negação (negar a fazer mais ou aceitar que o que tens é suficiente). Aceitares como és, é saber onde estás hoje! É saber o teu ponto de partida, que não tem de ser o teu destino final.

E aqui dói-me a alma ao ver nas redes sociais o “vender a ideia” que aceitares é ser feliz com as tuas dobrinhas, ou com celulite… ou com outro “dito problema qualquer”! Fantástico!

A própria definição de aceitação compreende tudo, aceitar o bom e o mau da nossa vida. Por isso até aqui estamos bem e eu não tenho anda contra isso, e acho uma onda de solidariedade fantástica!

Mas será que é isso que tu queres? Será que aceitares onde estás, é impedimento de quereres um pouco mais para ti, de atingires um novo estado de aparência e de espírito?

Perdoem-me a minha “raiva”, mas eu tive muitas dobrinhas! 120 Quilos de dobrinhas pelo corpo todo… E aceitar por parecer moda, e não viver feliz é só uma fachada…

E perdoem-me novamente, mas eu aceitei: TODOS OS MEUS PROBLEMAS, para poder seguir em frente.

Consegues ver alguém que aceita a realidade, versus alguém que a nega?

  • Eu preciso fazer dieta para perder peso e tenho medo de não conseguir
  • Eu preciso fazer dieta para perder peso, MAS tenho medo de não conseguir

A diferença é o MAS, que não é mais do que uma objeção a mudar. Ao evitar as objeções aceitando até o mais difícil, vais estar a dar o primeiro passo para um ser mais evoluído, um ser que pode construir o seu Amor-próprio.

No dia que aceitares que as tuas ações e pensamentos podem ser errados por vezes, mas que isso não te define, compreenderás que há muito a fazer por ti. Não te julgues, porque ninguém o fará também. Desta forma abres porta a maior amiga da Aceitação: A Autoestima.

Assim que te aceitas como és, e decides fazer por melhorar os pontos menos positivos, estás a cultivar uma nova Autoestima.

No fundo tentar ter um pouco mais de compaixão por ti.

 

Compaixão e Narcisismo

Primeiro de tudo vamos a definições de conceitos. O que significa ter compaixão por ti?

“A compaixão pode ser definida como ser generoso e compreensivo contigo próprio, mesmo quando sentes que falhaste em algo, ou com alguém.”

No fundo começares a agir contigo, como agirias como um amigo! Quando alguém está mal e dás um ombro amigo, serves de suporte, conversas sobre o sofrimento, oferecendo bondade e compreensão.

O que nem sempre acontece quando te julgas, mas que tens as habilidades para o fazer.

No entanto além da compaixão deves pensar no Narcisismo que falei anteriormente:

Segundo a definição:

“O narcisismo leva a uma comparação com outros para te sentires melhor, de parecer que atingiste o objetivo em vez de o atingir, de requerer uma validação constante de outros, vendo tudo a preto e branco.”

 E isto? Vejo muito… A procura da validação escondida na procura da compaixão dos restantes.

E será esta a verdadeira Autoestima?

 

Autoestima versus (vestir a) Personagem

Novamente surge a Autoestima, é inevitável. Um dos fatores chave na tua confiança, na tua demonstração de segurança até nas mais pequenas ações.

Definição de Autoestima:

“Autoestima refere-se ao valor geral associado a uma pessoa, dado por ela própria. Pode ser considerado como uma pessoa mede os seus valores, aprovação, apreciação ou quanto gosta de si.”

Em muito acaba por tocar ou aproximar-se do que falamos do Amor-próprio e como diz o expert no assunto Morris Rosenberg: a Autoestima é a tua atitude em relação a ti próprio!

No entanto sinto uma enorme distorção entre Estima, e Autoestima.

Estima, é a forma como os outros nos veem, o respeito, o teu status, o reconhecimento e prestígio. A Autoestima é mais uma questão de atitude, de ti para ti.

Aliás se há algo que aprendi com o tempo, é que a autoestima pode influenciar a Estima que os outros sentem por ti.

Quem nunca conheceu aquela pessoa mal f**ida que parece que está sempre de mal com a vida?

As pessoas com baixa autoestima acabam por não viver no seu máximo esplendor levando muitas vezes a ser mais difícil ser aceite e apoiado por outros. A Autoestima ensinou-me que:

  • Devo apreciar-me assim como apreciar os outros
  • Devo encontrar o meu propósito de vida, desenvolvendo-me como pessoa e procurar algo que me leve a atingir um estado de grandeza face aos meus valores
  • Aumentar a minha criatividade, para respeitar mais a forma como me vejo a mim mesmo
  • Apostar em contribuir positivamente na vida dos outros, ajudando-os nas áreas que posso contribuir

E isto é bem diferente do que acabo por ver… Vemos toda a promessa de Autoestima, do “Ama-te como és”, mas essas mesmas pessoas vivem isoladas, sem convívio, sem ajudar outros, sem receber o poder do “Obrigado por estares aqui”, do riso que se dá quando se acaba uma tarefa em conjunto, aquele “Ufa já acabou!”.

O Vestir a personagem, o fingimento da autoestima gigante abaladora, que de tão abaladora só te abala a ti, porque nem tu acreditas em tanta falsa autoestima e cais no narcisismo…

Numa era de aprovação constante dos outros principalmente devido a redes sociais, a constante procura de aprovação como o mais original, mais confiante, mais bem-sucedido, a melhor transformação… Esqueces-te de ti! De te amar de verdade, de cultivar a estima por ti de uma forma que te leve a contagiar os outros não só pela forma como escreves, ou pelas fotos que tiras, mas pelo teu modo de estar!

Quando a autoestima é real isso nota-se em tudo o que fazes, a tua forma de estar serena, de tranquilidade e de felicidade transparecem nas entrelinhas, e transparecem mesmo quando não falas. Ninguém te vai pagar para representar neste filme que é a tua vida, por isso larga a personagem vestindo o teu papel sendo tu na tua essência. Mesmo que isto represente por vezes afastar de pessoas que não vão gostar do teu verdadeiro “eu”… Se não respeitas os teus valores viverás uma vida de negação.

 

Resumo

Foi um mês de leituras, e de testes que me levou a repensar muita coisa. Quanto mais lia, e mais aplicava mais estranho sentia este movimento que muitas das vezes me soa a “fachada” das redes sociais para mascarar a incapacidade de fazer mais por ti.

Nunca me vais ver como apologista de aceitares um ser miserável, se tiveres capacidades de ser melhor e tiveres recursos para tal! Ajudei centenas de pessoas a consegui-lo, e vou continuar a minha incessante luta de te fazer acreditar que também tu podes conseguir, de dentro para fora atingir um novo ser, de que te orgulhes, que aceites e que descubras por mim como amar-te verdadeiramente. Para que descubras a tua paz interior.

O que aprendi, mais uma vez, é que o Amor Próprio vai muito além daquilo que se escreve atrás dum teclado de um telemóvel ou computador, postando na Internet.

São precisas ações reais, e sinceras, que espalhem dentro de nós uma dose de honestidade e graciosidade que nos permita viver em Plenitude.

Aprendi que assim:

  • Tenho de aceitar sim a minha realidade, para saber o que menos de bom acontece na minha vida de forma a melhorar. Negar a realidade, ou evitar a mesma, leva a uma vida de resignação, para sempre infeliz.
  • Devo ter a mesma compaixão por mim como tenho por outros em momentos de maior dificuldade, sendo compreensivo e o meu próprio ombro amigo se preciso
  • Primeiro de tudo devo estimar, alimentando a minha autoestima o que levará a contribuir positivamente na vida de outros, o que fará não só mais feliz comigo, como feliz pela forma como me vêm

E acredito, piamente, que ao conseguir equilibrar estes três pontos chave estou mais próximo do que é realmente esse Amor-próprio que tanto falam.

Gostava de te desafias a contar-me sobre isto:

Tens cumprido com algum dos pontos acima? Concordas com o meu ponto de vista?

#Descomplica

Coach João

 

Leituras Recomendadas

Self-Compassion: The Proven Power of Being Kind to Yourself by Kristin Neff

Self-Esteem: A Proven Program of Cognitive Techniques for Assessing, Improving, and Maintaining Your Self-Esteem by Matthew McKay, PhD

A Susana recuperou a sua boa forma sem ter de largar o seu melhor amigo: Chocolate!

A Susana recuperou a sua boa forma sem ter de largar o seu melhor amigo: Chocolate!

E hoje trazemos o excelente feedback e percurso da Susana Ribeiro! Nada melhor que as palavras espontâneas dela sobre todo o percurso connosco, que só agora começou.


Olá! Cá estou eu 13 semanas depois do dia que me juntei a Team @siknutrition. Há quase 1 ano decidi deixar de fumar e apesar do processo ter sido relativamente mais fácil do que todas as outras tentativas, a verdade é que nos primeiros 7 meses e derivado a alguma ansiedade, acabei por comer mais do que comia!

Inevitavelmente engordei… Cerca de 4kg e não me sentia bem com essa imagem. Foi então que decidi mudar – por mim, para mim 😊

Já conhecia o @jay_sik (fundador da @siknutrition) , já acompanhava os artigos da Team e acreditava plenamente no método utilizado, por ele mesmo ser o maior exemplo de mudança corporal e perda de peso que conheço!

Não vos vou dizer como é o processo porque aconselho a seguirem os artigos no site ou Facebook da Sik Nutrition, mas para mim foi uma mudança não só corporal, mas uma mudança de mindset!

Adquiri bastantes conhecimentos de nutrição, ganhei gosto por cozinhar, não passei fome, como na maior parte dos processos comuns de perda de peso.

Acho que é importantíssimo o que aprendi: que é possível adaptar ao plano diário de tudo um pouco , até mesmo chocolate!

Em relação ao Treino, na team encontrei alguém ( @coach.mario ) profissionalmente apto para acompanhar o meu plano e as minhas lesões (hérnia na cervical e desgaste dos discos lombares), alguém que me acompanhou, que fez todos os ajuste de treino e alterações necessárias e que a cima de tudo me ajudou a que o plano me motivasse!

Hoje não passo sem os meus treinos e a cima de tudo aprendi bastante a proteger-me das lesões e a conhecer as minhas limitações. Obrigada Mário🤛!

Hoje com menos 5kg , com menos um total de 29 centímetros perdidos aqui e ali e ganhos musculares onde nunca tive 😀!!!

As “invejosas” vão dizer que é Photoshop e os desmotivados vão dizer que uma foto está mais perto que outra, que encolhi a barriga, blablabla bullshit 😂😂!

Ainda estou longe do meu objetivo mas mais perto que ontem!

Não estou a competir com ninguém, não tenho pressa e acredito que tudo o que aprendi neste processo e com o constante apoio da minha Team conseguirei chegar lá!

 

Quero agradecer ao homem da minha vida @rufinojnleite que me acompanhou, ajudou e motivou todos os dias , contigo ao meu lado é tudo mais fácil ❤!! Grata por tudo! 🙏
#teamsiknutrition #descomplica


Fica fácil trabalhar com gente fantástica nesta equipa! O nosso obrigado e vamos continuar na luta.

Deixo umas fotos honestas de comparação com o antes e depois da Susana.

Coach Mário

 

Por João Gonçalves

O Miguel conseguiu ganhar uma auto-estima nova, e conta-te como conseguiu

O Miguel conseguiu ganhar uma auto-estima nova, e conta-te como conseguiu

Hoje trago uma história no masculino, para não parecer que não temos grandes amigos nesta Equipa! Porque temos 😊. Trago-vos a história fantástica do Miguel. Nada melhor que as suas palavras, descomplicadas.


Tenho um trabalho que me obriga a ter um dia-a-dia demasiado monótono e para escapar a isso, comecei a fazer ginásio. Mas chegou a um ponto em que já nem isso sentia vontade. E foi isso que me levou a querer fazer parte desta equipa. O querer inovar nos treinos, querer saber mais acerca de métodos e nutrição. Claro que quando avancei tive dúvidas, porque dúvidas existem sempre, fazem parte dos processos de aprendizagem. O único medo seria, e ainda é, de desapontar a equipa. Porque somos unidos, e pessoas unidas preocupam-se.

Tive conhecimento através de uma outra atleta da equipa que seguia no Instagram, a Ana Salgado. Conversei com ela e decidi fazer o contacto com a Sik Nutrition. Desde logo senti-me bastante bem. Senti-me motivado e cheio de vontade. Fazer parte desta equipa é um orgulho. Não escondo a minha alegria em dizer que faço parte e que quero continuar até correrem comigo a pontapé. 😊

Senti-me, e sinto ainda, sempre apoiado pela equipa. Sempre disponíveis para as dúvidas que surgem ao longo dos processos. Se por algum motivo, surge um exercício ou algo na alimentação que não me satisfaça, sei que posso expor essa mesma situação e que alguma alternativa me será apresentada e isso é ótimo. É bom saber que sou um atleta desta equipa e não apenas mais um número no total “de cabeças” de pessoas existentes.

Acho que sem dúvida a nutrição foi o fator chave e tem sido a melhor ferramenta para a minha evolução. Claro que os treinos ajudam, mas o facto de eu ver os meus resultados a cada dia, sabendo que não ando afogado em suplementos, são uma vitória a cada dia que passa.

Esta nova confiança e orgulho que tenho em mim vêem-se no dia-a-dia.

Mas admito que tive medo… As férias. Sabendo que não teria como calcular as macros com precisão. Não ter acesso a ginásios. Mas agora já não tenho esse receio.

Tenho cuidado com a alimentação e tento sempre fazer uns pequenos treinos no exterior com base nos vídeos postados no canal YouTube da @siknutrition. Claro que uma vez por outra se fecha os olhos e lá passa um pequeno pecado, afinal de contas, férias são para aproveitar! E equilíbrio, é isto mesmo.

Hoje posso dizer que estou mais confiante com a minha forma e com a minha personalidade. Se alguém se sentir inspirado pela minha atitude e se sentir motivado para evoluir com esta equipa, isso será para mim, a maior vitória de todo este processo.

O meu nome é Miguel Maia Campos, tenho 29 anos e sou um algarvio orgulhoso. Nascido em Portimão e residente toda a minha vida em Aljezur. Terminei os meus estudos no 12º ano com 17 anos tendo iniciado atividades laborais aos 15, com pequenos part time. Fui guia turístico em Aljezur, acompanhando turistas ingleses e franceses em pequenas excursões pelo concelho. Depois passei a trabalhar em restaurantes, tendo pelo meio tido experiências como rececionista de hotel. Há 5 anos surgiu a oportunidade de ir para a Suíça, continuo a trabalhar como empregado de mesa. Foi aí que me meti em ginásios, bodybuilding.com era a fonte para treinos e suplementação, Kris Gethin foi e ainda é uma fonte inspiradora. Os meus hobbies passam pelo comando de PlayStation, gosto muito de música e cinema. Sou adepto de lego, sobretudo da gama Star Wars. Gosto de viajar, adoro conhecer novas culturas, sobretudo à mesa! Este sou eu, descomplicado.


Não consigo acrescentar muito, com tudo o que o Miguel trouxe de bom a esta equipa. So posso agradecer pelo fantástico feedback e pela sorte que temos por te ter cá com a Alexandra!

Podes encontrar o Miguel com fotos giríssimas e cheias de estilo aqui no seu Instagram.

Coach João

 

Por João Gonçalves

Sete Mulheres normais, que superaram a Compulsão Alimentar contam-te como fizeram

Sete Mulheres normais, que superaram a Compulsão Alimentar contam-te como fizeram

Não tens fome, mas dás por ti a pensar em comida o dia todo?

Hoje trazemos a história de Sete Mulheres (como tu), que superaram a compulsão alimentar e ajudamos-te também a contornar este problema.

Introdução

Muitos comportamentos podem ser qualificados como compulsões, podendo ser aqueles que sentimos uma necessidade irresistível de os fazer procurando uma sensação de prazer, independentemente das consequências.

“Antes da estar na Team basicamente passava a semana a comer minimamente “limpo”, mas chega ao fim de semana e era o descalabro… Chegava a ficar maldisposta de tanto comer…” Susana Ribeiro

O binge eating é um distúrbio alimentar em que comes grandes quantidades de comida sem conseguir parar, causando-te uma dor emocional durante ou após estes episódios. Nós até lhes costumamos chamar “ressaca” que é associado aos vícios como do álcool e drogas, e que não é muito diferente nestas situações.

Durante estes binges podes comer mesmo quando não tens fome ou continuar a comer mesmo depois de estares cheio.

“Antigamente sempre que tinha um momento de compulsão nunca parava para tentar analisar, comia desalmadamente é só depois ficava com uma culpa imensa, até com vontade de vomitar embora nunca tenha chegado a faze-lo.” Cristiana Magalhães

 

Factores que influenciam o binge eating

Infelizmente algumas pessoas são mais susceptíveis de terem compulsões com determinados alimentos, que denominámos de trigger foods ou alimentos gatilho (ou sinal). Que podem variar entre bolachas, biscoitos, batatas fritas e/ou muitos outros alimentos com alta palatabilidade.

As compulsões são fenómenos complexos e que podem ter origens em diversos factores, tais como:

Sociais e culturais – A pressão social, assim como o stress podem promover a fome emocional. Alguns pais inconscientemente promovem estas compulsões desde cedo ao utilizar a comida para dar conforto, punir ou compensar as crianças. Crianças que são expostas a comentários negativos relativamente aos seus corpos e peso estão mais vulneráveis a desenvolver compulsões no futuro.

Psicológicos – A depressão e o binge eating estão altamente correlacionados. Muitas das pessoas que sofrem de binge eating estão deprimidos ou já estiveram, enquanto que outras podem ter problemas em controlar os seus impulsos e/ou gerir os seus sentimentos. Baixa auto-estima, solidão e insatisfação com o corpo podem contribuir para compulsões.

“Sobre a compulsão alimentar… no meu caso é um eufemismo para a fome emocional, irracional, e acontece sempre que o desequilíbrio – emocional ou hormonal – se instala… são anos de luta contra este monstro.” Inês Godinho

Factores biológicos – Algumas alterações biológicas podem contribuir para o binge eating, tais como alterações nos feedbacks para o hipotálamo, que levam o organismo a ter mensagens erradas quanto à fome e saciedade. Baixos níveis de serotonina também parece que tem um papel na compulsão alimentar.

“Estou há 3 meses com a Team, consegui espaçar mais os episódios de compulsão e diminuir o “tamanho” de cada um. Estar em restrição calórica torna-se um problema no início e as vezes até duvidava se esse seria o caminho… Mas quando começas a ver resultados, até perguntas se podes baixar um pouco as calorias.” Daniela Leite

Restrições alimentares – Dietas demasiado restritas podem desencadear comportamentos de compulsão alimentar. Imagina que te diziam que nunca mais podias comer chocolate na vida? Possivelmente hoje comerias um monte de chocolates e possivelmente ao fim de algum tempo em restrição também! Os cravings (desejos) e sensação de recompensa derivadas da comida são maiores após um período de restrição. Por isso deves evitar dietas altamente restritas e o foco deve ser na moderação e controlo de quantidades. Encontra alimentos nutritivos que gostas e come até te sentires satisfeito, sem te sentires desconfortavelmente cheio.

“Se no passado cada festa era sinónimo de descontrolo, onde comia exageradamente alimentos que restringia no dia a dia, e depois o sentimento de culpa dominava e seguia se nova dieta restritiva… Com a team reaprendi a comer c equilibro.” Ângela Carvalho

O Diário de HALT

É uma técnica que ficou famosa para pessoas que sentem dificuldade em controlar momentos de stress relacionados com a sua alimentação.

HALT significa:

  • Hungry – Esfomeado
  • Angry – Chateado
  • Lonely – Só
  • Tired – Cansado

Quando comes, ou comias, demais alguma vez pensaste nisto? Esta técnica ajuda-te a perceber quais das situações te levam a comer de forma inconsciente. Espero que seja mais uma ferramenta a guardar para o futuro. Experimenta sempre que enfrentes um episódio semelhante categoriza-lo dentro de uma destas opções, para depois conseguires encontrar as situações gatilho que levam também a momentos de compulsão.

Soluções e estratégias implementadas por Elas, para superar a compulsão

Pode não ser fácil, mas é possível superar o binge eating. Ao contrário de outras compulsões ou vícios, o “gatilho” é necessário à tua sobrevivência e não podes simplesmente evita-lo ou substitui-lo. Por isso deves trabalhar para conseguir ter uma relação saudável com a comida, conseguindo alcançar as tuas necessidades nutricionais e não as emocionais. O que podes então fazer:

1. Ouvir o teu corpo.

Aprende a distinguir a fome fisiológica da emocional. Se comeste há relativamente pouco tempo e não tens nenhumas sensações no estômago, provavelmente não estás com fome. Dá um tempo e esse desejo deverá passar. Uma técnica útil e colocar a mente focada noutra atividade.

“A diferença é que com a Sik não travo esta luta sozinha… hoje tenho consciência de quando falho, não estou isolada… aprendi a resistir, e a não desistir, em equipa. 😊” Inês Godinho

2. Evita tentações ou os teus alimentos gatilho

É verdade que não podemos remover da nossa vida toda a comida, mas podemos evitar ter em casa os alimentos que nós sabemos que despoletam episódios de bingeing, que normalmente são aqueles com alta palatabilidade. Até teres total controlo da situação, minimizar a exposição a estes alimentos vai-te permitir fortalecer a tua crença que vais superar esta situação.

3. Come regularmente e evita ter fome

Não esperes até estares esfomeada, isto apenas leva a possibilidade de teres comportamentos em que vais comer descontroladamente. Cria uma estrutura sólida de horários de refeição e tenta mantê-los, optando sempre por alimentos nutricionalmente ricos e que ofereçam mais volume de forma a ficares mais saciada.

4. Não evites a gordura

Ao contrário do que se pensa, a gordura alimentar pode ajudar-te a evitar episódios de compulsão. Ter alguma gordura nas tuas refeições vai ajudar na sensação de satisfação e saciedade. A gordura desempenha também um papel importante na regulação hormonal, principalmente nas mulheres.

5. Mantém-te ocupada

Quando estás aborrecida vais ter uma maior tendência em comer sem pensar, por isso distrai-te conscientemente nesses momentos. Aproveita para fazer uma caminhada, ligar a um amigo/familiar, ler ou um outro hobby que gostes.

6. Come conscientemente

Nunca tiveste momento em que estás a comer em piloto automático, sem sequer tirar prazer no que estás a comer? Já pensaste no tamanho dos copos e pratos que usas? Pousas os talheres entre dentadas na comida?

Come de forma consciente, e começa a comer mais devagar. Vai ajudar-te imenso no teu sistema digestivo, torna mais fácil o teu corpo processar os alimentos assimilando melhor os macronutrientes, os micros, as vitaminas e os minerais. Vai ajudar-te também a longo prazo, aprender a controlar melhor o teu apetite, de forma que os resultados atingidos sejam duradouros.

7. Identifica os teus gatilhos com um diário alimentar e de emoções

Uma das melhores formas de identificar padrões é através do registo. Sempre que tiveres um episódio de binge eating ou sentires que vais ter, aguarda um pouco e tenta identificar o que levou a essa compulsão. Se recuares um pouco no tempo normalmente vais conseguir identificar o gatilho. Regista o que comeste e as emoções que sentiste num diário, com o tempo e vários registos vais conseguir identificar um padrão.

8. Aprende a aceitar os sentimentos que desencadeiam a tua compulsão

A próxima vez que sentires que vais ter um episódio de binge, para um pouco e faz uma introspecção. Identifica a emoção que estás a sentir.

Poderá ser ansiedade? Vergonha? Desespero? Raiva? Solidão? Medo?

Aceita o que te está a acontecer. Evitar ou resistir apenas vais tornar as emoções negativas mais fortes. Tentar aceitar o que sentes sem te julgares. Explora o que está a acontecer e a passar-se na tua cabeça. Distancia-te e entende que tu não és os teus sentimentos. As emoções são eventos passageiros que não definem aquilo que tu és. No início pode ser desconfortável explorares os teus sentimentos, mas com a prática vais começar a perceber que não tens que ceder ao binge para te sentires melhores e que existem outras formas de lidar com os problemas.

“Tive dificuldade em tudo, mas com o tempo, com a integração dos conhecimentos os episódios de compulsão foram embora, as escolhas começaram a ser as mais acertadas e comecei a gostar mais de mim, a sentir me mais saudável e forte. De vez em quando tenho vontade de me perder e perco, mas essa vontade é inversamente proporcional ao meu amor próprio que cresceu tanto que fez com que a compulsão diminuísse imenso.” Sónia Correia

9. Tem um estilo de vida saudável

Quando és fisicamente forte, estás relaxada e a descansar bem, vais estar mais preparada para lidar com os eventos negativos da vida. Se por outro lado estás sempre exausta e em stress, qualquer situação menos agradável ou fora da tua rotina vai-te levar a descarrilar mais facilmente. Por isso faz alguma forma de exercício, dorme bem e mantém hábitos saudáveis que vai sem dúvida alguma ajudar-te a ultrapassar e/ou a lidar melhor com episódios de binge.

“Quando não consigo controlar a situação tento comer coisas mais inofensivas como gelatina ou cenouras. Mas o que mais retiro daqui é que cada vez mais controlo a situação e cada vez menos sinto culpa quando me excedo, sem ter restrições parvas a seguir que só alimentam a compulsão.” Cristiana Magalhães

10. Gere o stress

Como já tínhamos mencionado, lidar com o stress é uma excelente forma de conseguirmos controlar os episódios de compulsão. Encontrar alternativas para lidar com o stress sem ser através da comida é essencial. Algumas alternativas podem ser a meditação, técnicas de relaxamento ou praticar exercícios de respiração.

 

NOTA FINAL

Este artigo foi um artigo escrito pelo Coach João, Coach Mário e estas grandes Mulheres que são a Catarina Ribeiro, Cristiana Magalhães, Ângela Carvalho, Sónia Correia, Daniela Leite, Inês Godinho e Susana Ribeiro. Obrigado por contribuírem e ajudarem outras pessoas a superarem-se.

#descomplica

 

TESTEMUNHOS NA PRIMEIRA PESSOA

 

 

 

Por João Gonçalves

A Catarina que veio à procura da sua melhor versão

A Catarina que veio à procura da sua melhor versão

Hoje tenho o prazer e Orgulho de trazer a história da Catarina que tem sido implacável no que toca a disciplina para atingir os objetivos. Nada melhor que ela para vos contar.


Já seguia a Sik Nutrition há algum tempo, bem como os posts do João num dos grupos de Fitness que havia por aí no facebook (PowerFitness).

Acho que não são só as fotos de motivação e resultados que nos fazem  escolher team X ou Y (têm a sua  importância!) Mas também a ideologia que  seguem e, sobretudo, se te identificas com a mesma.
Procurava uma experiência, que de alguma forma me trouxesse não só  resultados físicos como aprendizagem, e tendo-me identificado com a equipa, decidi arriscar.

Claro que tive medo de falhar, de não estar à altura do desafio, sim… Mas no fim a melhor estratégia que optei foi nem pensar nisso. Viver um dia de cada vez, aprender, e repetir. Quando dei por mim, tinha passado mais de 1 ano, e lá estava eu a pesar comida, sem neuras, a comer hidratos e a caminho de gostar do espelho 🙂

No entanto não foi a primeira vez que recorri a um plano de acompanhamento online. Em outras experiências, além do facto de não ter gostado do acompanhamento em si, creio que também não estava preparada mentalmente para tudo o que subir de peso e ganhar músculo envolveria para mim.
Na Sik Nutrition há um grupo, mas acima de tudo, um coach que está ali para o que precises. E que te inspira uma confiança inabalável e isso acaba sendo fundamental.

Eu sempre fui bastante magra, no entanto, o meu peso oscilava de tempo a tempo devido a situações menos boas…  Cheguei a 47kg e quando intencionalmente subo de peso acabava por voltar a uma obsessão tremenda e muito difícil de encontrar um equilíbrio mínimo.

Ao entrar para a Equipa de alguma forma, tal como referi anteriormente, sentia confiança, e o João sempre me deu a confiança e apoio que necessitei. Tal como disse, é também preciso estarmos preparadas para o protocolo e o que quer que envolva. E como sabemos se estamos preparadas?

Não sabemos, mas o importante é encontrar os alicerces e pensar no plano como um processo. Quanto mais expectativas, maior a desilusão.

Assim a peça chave foi sem dúvida a Confiança. Temos que confiar no processo, na pessoa a quem entregamos esse processo e em nós próprios. Tudo é aprendizagem para a pessoa que te tornas.

A grande vitória foi que ao longo do tempo fui aprendendo a ter noções da comida mesmo sem pesar. E mesmo estando em cut, nunca tive problemas nem medo de comer o que quer que fosse. Podemos desfrutar da comida sem ter que abusar da mesma.

Assim hoje sinto-me e vejo-me mais saudável, e não me refiro só fisicamente. No final, o que me fazia ‘não saudável’ eram os pensamentos que me impediam de  progredir. Quanto mais pensava no assunto, mais me prendia a ele e mais obcecada vivia.

Sou a Catarina Figueiredo, tenho 26 anos, sou Técnica Informática e os meus maiores hobbies são o ginásio, desporto em geral e ver futebol ! Ah, e a família claro.


Porque nem sempre a mudança tem de ser complicada, mais dura do que já tem de ser, nem um bicho de sete-cabeças.

A Catarina Descomplicou, como gente grande.

A Tânia de hoje, é uma nova Tânia Lima (bikinuda)

A Tânia de hoje, é uma nova Tânia Lima (bikinuda)

Sem grandes introduções, a maioria das pessoas que nos segue já a conhece.

Deixo as suas palavras das quais me orgulho muito.

Coach João


Dezembro de 2014,o melhor fim de ano de sempre.

Grandes planos cheios de motivação para começar o novo ano.
Nesta altura ainda não tínhamos a pagina do facebook da Team Sik Nutrition, com tanta informação maravilhosa.

Mas sem dúvida o ponto que despertou o meu interesse para saber mais sobre a Team foi o carácter inovador, todas as ideias e conceitos a que a que tive acesso eram realmente mais à frente e sempre comentados de forma objetiva e segura, e sim, muito descomplicada.

Todo o discurso do Sik, AKA Coach João Gonçalves, aguçou o meu interesse em saber mais. Foi crescendo em mim uma crença positiva que era ali que estava o meu caminho e desta vez sem volta.

Depois de entrar em contacto com a Sik Nutrition e ser-me explicado o protocolo a seguir, não tive quaisquer duvidas. Quanto mais conhecia a sua forma de trabalhar mais convencida estava que desta vez ia mesmo chegar onde queria. Lembro-me que o meu único medo, e a frase que proferi em casa foi:

“Só espero que ele (João) me aceite.”

Tal era a minha motivação e confiança no trabalho que estava a conhecer.

Não tinha qualquer ídolo para me influenciar positivamente, apenas uma vontade enorme de escolher o melhor para mim. É muito engraçado, como estando tão mal fisicamente como eu sentia que estava, tão descontente com esse aspeto, a entrada na Team pôs as minhas emoções em festa. Foi mesmo uma sensação muito boa, de alivio antecipado ao resultado, sabia mesmo que a minha vida ia mudar para bem melhor, estava já a despedir-me daquela Tânia.
Comecei este processo com confiança plena e em desde o primeiro email trocado senti todo o apoio, realmente começamos este caminho juntos, e sentir isso faz toda a diferença.

A entrada na comunidade privada da Team foi espetacular, fui ganhando uma nova família onde nos apoiamos e partilhamos vitórias, assim como as nossas fraquezas e dificuldades. Claro que existem sempre momentos difíceis na nossa vida mas a diferença está em como vives as situações e as e ultrapassas.

Neste processo todo o nosso ser é trabalhado e estruturado. A mudança de pensamento e o equilíbrio emocional são fatores muito importantes neste acompanhamento e são trabalhados desde o primeiro minuto. Há toda uma restruturação interior que leva a que realmente se implemente um novo estilo de vida.

Todo o processo com a Sik Nutrition deixa margem para decidirmos sobre vários pontos de forma a que tudo seja ajustado à nossa realidade, o que torna todo o percurso mais prazeroso ao qual aderimos muito melhor. Tudo é explicado e é dado sempre todo o apoio para que tudo corra bem, a cada passo. Quer a nova alimentação, o ginásio ou o descaso, têm de estar inseridos na nossa rotina e senti sempre um enorme apoio em organizar tudo de forma a haver sintonia.

O mais importante que aprendi na team foi a não seguir uma dieta e sim, ter uma alimentação saudável ajustada aos meus objetivos. Quer em macros e micronutrientes quer em quantidades.

Tudo isto com uma abordagem também ela saudável e descomplicada. Importante porque permitiu-me desde o início atingir as minhas metas mantendo uma boa relação com a comida e convivendo socialmente sem medos ou aflições. Apenas com foco e determinação em seguir o meu plano e alcançar as minhas metas.

Olhar para trás e encontrar o ponto onde tudo começou deixa-me muito orgulhosa de todo este percurso e imensamente grata por tudo o que aprendi e pela forma como fui apoiada todo o caminho. Não me envergonho de quem era valorizo não me ter resignado e dar o melhor de mim para mudar. sou hoje muito mais feliz comigo, sinto-me mais bonita e confiante. Percorro um caminho que me dá prazer, me desafia e realiza.


Sou mãe de uma adolescente e desde sempre lhe ensinei e incuti bons hábitos de vida. Entrar para a Team Sik Nutrition veio acrescer valor a essa educação com mais conhecimento e através do bom exemplo. Cimentando bons hábitos e capacidade de autonomia numa idade crucial. Deixa-me tremendamente feliz ver o orgulho que a minha filha tem em mim, como mulher e atleta e a forma como nos entreajudamos para que tudo encaixe.

Há muita diferença em pensar “apetecia-me comer algo, mas não posso” ou “poderia comer algo mas não quero”.

Aprendemos a apreciar o convívio com os amigos onde há comida e não a apreciar a comida quando estamos com amigos.

Claro que há espaço para saborear as comidas que mais gostamos, mas não de uma forma desmedida e descontrolada.

Foi sem dúvida este equilíbrio, este descomplicar e bem viver com a comida que sustentou todo o processo. Um alicerce de um arranha-céus que continuamos a construir.

Hoje em dia vejo-me como um bom exemplo pois quando realmente queremos algo importante para nós, com empenho e dedicação conseguimos.

Há que saber ser humilde e procurar ajuda neste caminho para o fazermos de forma feliz e passar essa felicidade aos que nos rodeiam e connosco convivem.

O facto de ter 41 anos, ser mãe e ter feito uma mudança de vida e de forma física sustentável também por si só inspira outras mulheres, principalmente, a acreditarem que é possível mudar de rumo.

A primeira pessoa que seguiu o meu exemplo foi o meu marido. Foi impossível não ficar contagiado com o meu empenho e alegria que me levaram à primeira conquista, perder 10kg. Também ele se tornou atleta da Team Sik Nutrition e melhorou a sua vida e somou conquistas até hoje.

Trabalho numa empresa de transporte rodoviário no atendimento ao publico. Dedico-me à musculação sempre com novos objetivos. Nos tempos livres a prioridade é tempo em família o que já deixa pouco espaço para mais coisas, mas sempre que posso adoro levar o meu Mike a cãominhadas e dog tracking.
Ser atleta da Team Sik Nutrition mudou mesmo a minha vida. Sou sem dúvida alguma uma mulher mais feliz.

Tenho também uma página onde partilho alguns artigos de opinião, receitas e coisas sobre como é ser uma Mulher de força e disciplanda. Atreve-te a seguir-me aqui.

 

Por João Gonçalves

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